A espera perpétua...
Uma lenta morte...
Os olhos entorpecidos...
Mostravam-me ao longe...
Um anjo...
(Um anjo)
'Porque estava ali?'
Em meu país decadente...
Uma rosa repousava em suas mãos...
Seus cabelos ao vento...
Seu brilho...
(Sem esperança)
Aquele brilho oculto...
Aquele ser vazio e silencioso...
Trouxera a pulsar meu coração...
E num piscar, aquela miragem desaparecera...
E só encontro réplicas mal feitas...
No silêncio de suas palavras trêmulas...
Chamou-me de ingênua criança...
Cega, ainda sonho com o momento...
Em que poderei entregar-me a esse doce anjo...
Será que ainda espera-me?
Essa criança...
Com o corpo sujo...
E sem alma...
Devorada pelo pecado que corria por suas veias...
(Devorada pelo pecado)
'Oh! Por favor...
Não mereço ser vista com ternura...
Apenas acolha e perdoe-me por tudo que eu fiz...'
Apague todas essas réplicas mal feitas..."
(Perdoe-me)
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